top of page

C12R8 - DOS FAXINAIS À INDÚSTRIA

212.jpg
OuçaConfraria do Tropeiro
00:00 / 01:04

Ouça o episódio

fazendariodoce.jpeg

Miguel e Maria do Valle
na Fazenda Rio Doce

O porco não nasceu na América.

Quando os primeiros europeus atravessaram o Atlântico, não encontraram rebanhos suínos espalhados pelo território que viria a ser o Brasil. O animal doméstico chegou com a colonização portuguesa.

Em 1532, Martim Afonso de Sousa teria trazido para São Vicente porcos oriundos da Península Ibérica. A partir do litoral, esses animais acompanharam o avanço dos povoamentos, das fazendas, das tropas e dos caminhos que desvendaram o interior.

Foi esse porco antigo, já adaptado ao Brasil, que alcançou o interior de Santa Catarina. E se tornou a principal fonte de proteína do caboclo do planalto médio.

Quando as famílias de imigrantes italianos começaram a ocupar o Oeste e o Meio-Oeste do Estado, a população cabocla já criava suínos nas matas de araucária.

O antigo porco de banha foi gradualmente substituído pelo porco de carne, mais magro, rápido e padronizado.

Nossa história começa, portanto, com uma longa viagem: da Península Ibérica ao litoral brasileiro; da estrada do mar à estrada da mata; e desses caminhos às florestas catarinenses.

Uma caminhada de quase cinco séculos, feita por criadores, colonos, comerciantes, cooperativas e indústrias.

E que tornará Santa Catarina, um dos maiores produtores de proteína do mundo.

Venha ouvir, dos faxinais à agroindústria.

​​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima

​​​​​​POESIAS E MÚSICAS

Sonho Criador

De Antonio Augusto Ferreira

Por Henrique Azambuja e Marcello Caminha

 

Nos Campos do Guarda-Mor

De Osmar Ransolin e Arthur Mattos

Por Rédea Solta

 

Campeando alçado

De Dudu Moreira

Por Entrevero Serrano

 

Serrano eu sou

De Ramiro Amorin e Jones Andrei Vieira

Por Floreio Nativo

 

Milonga de sangrar porco com a chaira

De Ricardo Martins, Rogério Ávila e Angelo Franco

Por Angelo Franco

 

Da Serra ao Litoral

De André Coelho

Por Daniel Silva

​TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. 

Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

​​Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.

Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.

bottom of page